MLV lofi

‘Trens cara ao sul’ (videoclipe). Brevemente!!!

Malvares de Moscoso e J.CNNR continuam dar imagem às músicas do seu último trabalho “N.O./Trens cara ao sul”.

Se há pouco pudémos assistir à estreia do videoclipe “N.O.” desenvolvido num ambiente de escuridão em que apenas se vislumbrava o rosto de Malvares a calvagar no ritmo do trap, nesta ocasião, “Trens cara ao sul” surge como a antítese do seu antecessor: fundo de claridade absoluta, junto à figura do “diabo” de Robert Johnson (interpretado por Cándido de Verso Libre), sobre uma sonoridade mais positiva e revolucionaria às portas de “Zion”.

O videoclip foi dirigido por Alberto Lora de Néboa Films.

 

Defski ReB

Entrevista a Defski no Rimas e Batidas.

«Defski editou um novo EP pela Língua Nativa. O produtor esteve à conversa com o Rimas e Batidas e revelou vários detalhes importantes na sua caminhada até chegar a O Dadaísta de Gabú.

O produtor franco-portugês fez parte do grupo Factor Activo entre 1991 e 2006 e agora, a solo, tem aproveitado toda a experiência que adquiriu, traduzindo-a em novos trabalhos. Também conta com criações dedicadas às artes performativas, para as quais contribuiu com várias paisagens sonoras, e ganhou destaque na americana 8Dio, onde assinou algumas das texturas presentes nos bancos de sons “Free Radicals” e “Free Angels” para o software Kontakt. Continuar a ler

PMCDX

Malvares de Moscoso e J.CNNR finalistas aos Premios Martín Códax da Música na categoria de eletrónica!!!

Os Premios Martín Códax da Música nasceram em 2013 promovidos pela “Asociación de Músicos ao Vivo”, com o objetivo entre outras coisas de dar reconhecimento a criação, a diversidade e a qualidade artística das produções musicais galegas. Revelar novos talentos da cena musical galega e achegar a música e o seu processo de produção ao público.

Nesta passada noite do 6 de abril teve lugar a gala de nomeados, na que se davam a conhecer os nomes de três artistas finalistas para cada categoria musical. Para esta primeira fase do concurso a eleição dos mesmos foi por conta das sócias e sócios da associação, que escolheram a Malvares de Moscoso e J.CNNR como finalistas na categoria de música eletrónica pelo seu trabalho “N.O./Trens cara ao sul” editado por esta editora.

À espera do que aconteça no próximo dia 3 de maio na Gala de Entrega de Prémios no Pazo da Cultura de Pontevedra (Galiza), desde aqui damos-lhes os parabéns aos nossos artistas por serem finalistas e desejamos-lhes a maior das sortes.

Kerouac LN

Língua Nativa marca presencia em New York graças a Malvares de Moscoso e o Festival Kerouac.

Estes dias viajaremos a NewYork graças à presença de Malvares de Moscoso na edição nova-iorquina do Festival Kerouac.

Ali apresentará o seu novo trabalho “N.O./Trens cara ao sul” em parceria a J.CNNR e explicará o trabalho da editora.

«La poesía como un puente que une personas, ciudades y continentes. La poesía como la búsqueda de una forma de comunicación más humana. La poesía como homenaje a las figuras que construyeron la identidad que nos define y nos representa. Estas son las premisas que defiende y desarrolla el Festival Kerouac Vigo, que en 2017 se instala definitivamente en la ciudad de Nueva York, en dos espacios emblemáticos: el Instituto Cervantes y el Bowery Poetry Club, además Continuar a ler

Defski_IMG01

“Malabarista” de Defski passa no programa de radio “Muitos Mundos” da Antena 3!!!

Num programa dedicado à música feita exclusivamente com produção nacional, o “Muitos Mundos”, programa dirigido por Isilda Sanches da Antena 3 (radio nacional de Portugal), emitiu no passado dia 1 de abril a música “Malabarista” uma das faixas do último trabalho que editamos de Defski – O Dadaísta de Gabú.

Emissão de “Malabarista” a partir do minuto 6:06.

Ouvir o programa

 

OL-CDP-04

Entrevista de Alexandre Ribeiro a OLHO e Lessa Gustavo para o site de Hip Hop portugues Rimas e Batidas.

«Existe um tema recorrente na altura de falar sobre língua portuguesa: porque é que é tão difícil a música criada em Portugal atravessar o Atlântico até ao Brasil? O contrário também acontece e, por norma, o melhor da canção brasileira não chega com facilidade a território nacional. Ainda mais complicada é a tarefa do rap underground brasileiro, aquele que vive num local inóspito e de fácil esquecimento, rapidamente empurrado para debaixo do tapete da percepção colectiva.

O EP Chá de Pilha, editado em Dezembro de 2016, é um desses casos fortuitos onde o imprevisto acontece. A Língua Nativa, editora galega, foi responsável pela edição do trabalho e a newsletter…»

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