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Programa da rádio nacional espanhola emite a música “Fortes Cadeas” de Thomas Dylan.

O programa ‘La Cuarta Parte’ da rádio nacional espanhola “Radio 3″ e dirigido pelo enigmático rapper espanhol Frank T, emitiu na madrugada do dia de hoje o seu programa nº 812 no que passaram a música “Fortes Cadeas” do recém estreado álbum “Chove” de Thomas Dylan.

Eis aqui o podcast do programa para quem o quiser ouvir.

Chove Sermos

Thomas Dylan em destaque na contra capa do jornal Sermos Galiza!.

O jornal Sermos Galiza mais uma vez da cobertura a um dos nossos lançamentos, desta vez é “Chove” o álbum de Thomas Dylan que aparece em destaque na contra capa da sua edição nº 158. 

«O rap é outra maneira de declamar poesía, mais o MC Thomas Dylan non quixo ficar aí e decidiu combinar as diversas disciplinas nas que se desenvolve para fazer do seu último traballo, Chove, un caixote de arte.»

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Flyer Chove

Chove, próximo lançamento dia 1 de setembro.

Já é oficial! No próximo dia 1 de setembro lançamos Chove, o álbum de estreia do artista galego Thomas Dylan.

Chove é como se intitula o novo trabalho de Thomas Dylan, um conceito audiovisual em que colaboram os produtores “Genio en la Sombra” e 2Pas0s, juntamente com o Dj Ichi e o fotógrafo Javi H. O álbum de estilo Hip Hop alternativo dispõe de um total te 10 musicas documentadas com vídeos que mostram como estas foram tocadas, contando também com fotografias tiradas durante o desenvolvimento de tudo o processo.

Este trabalho foi fabricado no Mood Studios (Madrid) em formato vinil 10” e CD e será editado pela Língua Nativa em parceria com o coletivo viguês Verso Libre.

Artista Mikel Otxoteko cria vídeo para a música “Éden de Kevin O’Leary” de Tilt.

Quando grandes corporativas, meios de comunicações e governos respondem os interesses de pequenas elites económicas, é quando a nossa sociedade passa a ser controlada pelos mesmos. Fato que em ocasiões passa desapercebido para nós. Esta é a ideia que o rapper português Tilt desenvolve em “Éden de Kevin O’Leary” (música incluída na compilação homónima Língua Nativa), numa visão crítica à sociedade que é constantemente comparada com um doente.

Nesta ocasião é o artista Mikel Otxoteko, doutor em Belas Artes e investigador independente, quem fez uma interpretação visual do som numa psicadélica que o próprio autor descreve como “El conflicto de la centralidad y sus márgenes” (o conflito da centralidade e suas margens).